No Dia do Pet Sitter, veja o que observar ao contratar alguém para cuidar do seu cão ou gato e quais informações nunca podem faltar antes da primeira visita

Deixar o cachorro ou gato em casa durante uma viagem pode ser mais confortável para alguns animais do que mudar completamente de ambiente.

É aí que entra o pet sitter, profissional que vai até a residência para alimentar o animal, trocar água, cuidar da higiene, administrar rotinas previamente combinadas e oferecer companhia e atividades adequadas.

Mas a contratação envolve duas responsabilidades importantes: você está confiando seu animal e também dando acesso à sua casa.

Neste 5 de outubro, Dia do Pet Sitter, reunimos os principais cuidados antes de fazer essa escolha.

1. Não contrate apenas pelo preço

Antes de fechar o serviço, procure referências, avaliações de outros clientes e informações sobre a experiência do profissional.

Pergunte há quanto tempo trabalha com animais, quais espécies atende e se possui conhecimentos de comportamento animal e primeiros socorros.

O trabalho vai muito além de colocar ração no pote.

2. Faça um encontro antes da primeira visita

Se possível, apresente o profissional ao animal enquanto você ainda estiver presente.

Esse primeiro contato permite observar a reação do pet e também explicar pessoalmente sua rotina.

Para cães mais receosos, gatos que se escondem ou animais que não gostam de manipulação, essa etapa pode ser ainda mais importante.

3. Conte tudo, inclusive as “manias”

O pet sitter precisa saber onde o animal costuma ficar, quanto come, horários, passeios, brincadeiras preferidas e comportamentos que exigem atenção.

Também deve conhecer restrições.

Seu gato tenta escapar quando a porta abre? Seu cachorro não gosta de outros cães? Tem medo de barulho? Protege comida? Costuma destruir objetos quando fica sozinho?

Essas informações são de segurança, não simples curiosidades.

Cães e gatos também têm necessidades diferentes durante as visitas. Enquanto alguns cães precisam de passeio e maior interação, muitos gatos se beneficiam da manutenção da rotina e de interações respeitando o ritmo individual.

4. Deixe as informações veterinárias prontas

Prepare os dados do médico-veterinário ou clínica de confiança e deixe um contato para emergências.

Se o animal utiliza medicamentos, registre claramente qual medicamento, dose, horário e forma de administração conforme a prescrição veterinária.

Também é importante combinar antecipadamente o que o profissional deverá fazer se perceber vômitos, diarreia, dificuldade para respirar, alteração importante de comportamento ou outro sinal preocupante.

5. Combine exatamente o que está incluído

“Cuidar do cachorro” pode significar coisas diferentes para cada pessoa.

Defina antes da contratação:

  • duração e quantidade das visitas;
  • alimentação e troca da água;
  • passeios;
  • limpeza de caixa de areia ou do ambiente;
  • brincadeiras e enriquecimento;
  • administração de medicamentos, quando combinada e apropriada;
  • envio de fotos ou vídeos;
  • procedimentos em caso de emergência.

Quanto menos espaço para interpretação, melhor.

6. Pergunte quantos animais serão atendidos naquele período

Principalmente em feriados e férias, um profissional pode atender várias famílias no mesmo dia.

Isso não é necessariamente um problema, mas o tutor deve saber se o tempo combinado para seu animal realmente poderá ser cumprido.

Pergunte também o que acontece se o próprio pet sitter tiver uma emergência e não puder comparecer.

7. Pense também na segurança da casa

Entregar uma chave ou permitir acesso à residência exige confiança.

Combine previamente como será a entrada, onde a chave ficará, quais áreas da casa podem ser utilizadas e como será feita a devolução.

Câmeras de segurança podem ser utilizadas pelo tutor em sua residência, mas transparência é importante: se houver monitoramento nos ambientes onde o profissional trabalhará, o mais adequado é informar isso previamente.

8. Na volta, observe seu pet

Depois da viagem, preste atenção ao comportamento do animal e às condições do ambiente.

Pergunte como foram alimentação, água, eliminações, passeios e comportamento durante sua ausência.

Um bom serviço não termina com uma foto bonita enviada pelo celular. O objetivo é que as necessidades físicas e comportamentais do animal tenham sido atendidas durante todo o período.

Pet sitter ou hotel?

Não existe uma resposta única.

Animais que ficam muito estressados fora de casa podem se beneficiar de permanecer no próprio ambiente. Outros lidam bem com hospedagem e podem precisar de supervisão mais constante do que visitas periódicas permitem.

Idade, saúde, temperamento, duração da ausência e necessidade de medicação também devem entrar na decisão.

O mais importante é não escolher apenas pela conveniência do tutor.

A melhor opção é aquela que oferece segurança e atende às necessidades daquele animal.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui
Captcha verification failed!
Falha na pontuação do usuário captcha. Por favor, entre em contato conosco!